🔬 Tatiana Coelho de Sampaio: a cientista brasileira que desenvolveu proteína capaz de regenerar neurônios
Após mais de 25 anos de pesquisa, uma brasileira desenvolveu uma proteína com potencial para regenerar lesões na medula espinhal.
No Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebramos trajetórias que transformam o mundo. Hoje, vamos falar sobre Tatiana Coelho de Sampaio, bióloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cuja pesquisa está revolucionando perspectivas no tratamento de lesões da medula espinhal.
Após mais de duas décadas de dedicação científica, sua equipe desenvolveu a polilaminina, uma proteína com potencial de estimular a regeneração de circuitos nervosos.
🧬 O que é a polilaminina?
A polilaminina é uma proteína criada em laboratório com base na laminina, molécula naturalmente presente no corpo humano e essencial para a estrutura e regeneração celular.
Nos estudos conduzidos por Tatiana Coelho de Sampaio e sua equipe, a polilaminina demonstrou capacidade de:
estimular o crescimento de neurônios
favorecer a reconexão de circuitos nervosos
auxiliar na recuperação funcional após lesões medulares
Os resultados obtidos em modelos experimentais são considerados promissores pela comunidade científica.
⏳ Ciência é persistência
O desenvolvimento da polilaminina não aconteceu da noite para o dia. Foram mais de 25 anos de pesquisa, testes, ajustes e aperfeiçoamentos.
Essa trajetória revela algo essencial sobre a ciência: ela exige tempo, investimento, paciência e compromisso. Grandes descobertas são fruto de trabalho contínuo e colaboração.
🇧🇷 Ciência brasileira que inspira
O trabalho de Tatiana reforça a importância da pesquisa científica no Brasil e o papel fundamental das universidades públicas no avanço do conhecimento.
Para saber mais sobre o trabalho desenvolvido na UFRJ, confira:
🔗 Conecta UFRJ: Tatiana Coelho de Sampaio
Além do impacto médico, sua trajetória também inspira meninas e jovens mulheres a seguirem carreira científica, mostrando que inovação, liderança e excelência também têm nome feminino.
🌍 Por que essa descoberta é importante?
Lesões na medula espinhal costumam causar danos severos e permanentes, afetando movimentos e funções vitais. A possibilidade de regenerar circuitos nervosos abre caminhos para:
novos tratamentos
melhora na qualidade de vida de pacientes
avanços na medicina regenerativa
Ainda há etapas a serem percorridas até a aplicação clínica em larga escala, mas os resultados já representam um marco relevante.


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